terça-feira, 28 de abril de 2015

Do Meu Lixo Cuido Eu!

A ideia do movimento Do Meu Lixo Cuido Eu, descrito no artigo de Eduardo Feniman  procura resgatar os conhecimentos das gerações passadas, que não tinham a coleta de lixo em suas casas. 
Uma pessoa pode produzir 1 kg de lixo por dia. Essa é a média dos brasileiros que vivem em grandes cidades segundo dados da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo). Porém, podemos baixar esse índice revisando alguns hábitos de consumo.


REDUZIR ===>>> REUTILIZAR===>>> RECICLAR


Nem tudo o que jogamos fora é lixo. Podemos chamar de lixo aquilo que não temos a capacidade de reutilizar, reciclar ou passar pelo processo de compostagem (no caso de parte do lixo orgânico).
Alguns exemplos de como podemos cuidar dos resíduos que produzimos são:

Preciclagem: É o conceito de preocupação dos consumidores em diminuir a produção dos resíduos logo no ato da compra. Por exemplo: Levar sua própria sacola (de pano ou plástico resistente) para fazer compras, escolher produtos com menos embalagens, não descartáveis e que possuam refil, pensar antes de comprar e adquirir só o que for usar.
fonte da imagem: http://www.superziper.com/2008/07/eco-bag-perfeita.html


Reciclagem: É o processo de conversão de desperdício em materiais ou produtos de potencial utilidade. Este processo permite reduzir o consumo de matérias-primas, de utilização de energia e a poluição do ar e da água. Os materiais que podemos reciclar são: papel (ex:jornais, revistas, cadernos, papelão); Plástico (ex:garrafas PET, brinquedos, potes, frascos de produtos); Metal (ex:latas de alumínio, aço, pregos, arames); Vidro (ex:garrafas, frascos de conservas).
fonte da imagem: http://dinheirama.com/blog/2010/03/26/reciclagem-o-que-pode-e-o-que-nao-pode/

Compostagem: É o conjunto de técnicas aplicadas para estimular a decomposição de materiais orgânicos, com a finalidade de obter um material estável, rico em nutrientes minerais. Por exemplo: Enterrar cascas de frutas e verduras, migalhas de pães ou biscoitos, e até guardanapos usados em nosso jardim para alimentar micro-organismos e transformar esses restos alimentares em adubo.
fonte da imagem: http://bibocaambiental.blogspot.com.br/2010/04/compostagem.html



REFERÊNCIAS:  
http://pt.wikipedia.org/wiki/

Para saber mais, acesse: 





Monte o Cariótipo e descubra as Sindromes

Dia 21 de Março é o dia escolhido para se comemorado como dia da síndrome de Down, mas de onde vêm as síndromes? Por que elas acontecem?

Nos seres humanos, as células apresentam 46 cromossomos (2n=46), agrupados em 23 pares, sendo que 22 desses pares são autossômicos (determina as características gerais) e 1 par alossômico sexual, diferindo macho (XY) de fêmea (XX). As síndromes são causadas quando ocorre um erro na divisão do numero cromossômico. 

Síndrome
Genótipo
A síndrome de Down ou mongolismo
Trissomia 21 (Com 47 cromossomos)
Síndrome de Edwards
Trissomia 18 (Com 47 cromossomos)
Síndrome de Patau
Trissomia 13 ou 15(Com 47 cromossomos)
A síndrome de Klinefelter (intersex masculino)
44 autossomos + XXY
E Síndrome duplo
44 autossomos + XYY
A síndrome de Turner (intersex feminino)
44 autossomos + X
Síndrome X Triplo
44 autossomos + XXX

Para avaliar o genótipo de uma pessoa é feito uma contagem dos pares de cromossomos chamada cariótipo. 


O cariótipo pode ser apresentado de duas formas: por meio de imagens de cromossomos (cariograma) ou através da ordenação, de acordo com o tamanho dos cromossomos em um esquema fotográfico (idiograma). Ambas as representações fornecem as informações necessárias para estabelecer as relações entre as espécies.


Para saber mais, acesse:
Site em espanhol.
Confira uma interessante atividade de montagem de cariótipo humano que pode ser realizada em sala de aula:

domingo, 26 de abril de 2015

Biologia & Saúde: A febre maculosa em Santa Catarina

A febre maculosa é causada por uma bactéria Rickettsia rickettsii e tem caráter infeccioso-parasitário. Essa bactéria é transmitida pelo carrapato estrela Amblyomma cajennense, nas suas formas de evolução de larva, ninfa e adulto. Apesar de não ser letal, o seu diagnóstico é laboratorial, pois os sintomas se confundem com os de outras doenças como dengue, hepatite viral, leptospirose, entre outras.

O artigo de Vassem et al. (2014) apresenta dados de ocorrência da febre maculosa em municípios e zonas geográficas no estado Santa Catarina, utilizando os dados fornecidos pelo Sistema de Informações de Agravos de Notificações (SINAN) de janeiro de 2007 a dezembro de 2013. 

Os autores observaram que as incidências se concentram nos meses quentes, principalmente em pessoas do sexo masculino entre 40 a 59 anos na região do Vale do Itajaí.
Um dado preocupante é que a doença não parece mais se restringir a áreas silvestres e rurais, onde é mais comum encontrar o carrapato, mas também em áreas urbanas.

A infecção da febre maculosa é transmitida pela picada do carrapato, porém é necessário que o vetor se alimente do hospedeiro por mínimo seis horas para introduzir a bactéria. Por isso as larvas, que são mais difíceis de se detectar, são as principais transmissoras.
Para evitar a contaminação em áreas rurais ou silvestres, deve-se cobrir totalmente braços e pernas utilizando roupas claras, que facilitam a detecção dos carrapato.


O carrapato estrela, Amblyomma cajennense:



Fonte da imagem: http://carrapatos.cnpgc.embrapa.br/imagens/foto_dos_carrapatos/A.cajennense/novo.jpg

Referencia:
VASSEM, L. M; QUADROS, R. M; MARQUES, S. M. Febre maculosa em santa Catarina: doença emergente e em expansão. UNIPLAC.REB Volume 7 (4): 444-457, 2014






Acesse o trabalho na íntegra: 
http://revistas.pucsp.br/index.php/reb/article/view/20613/15883

Mais sobre a febre maculosa:
http://drauziovarella.com.br/letras/f/febre-maculosa-2/

Confira a interessante iniciativa da Embrapa Gado de Corte, no levantamento de dados sobre carrapatos, que resultou no Museu do Carrapato. Você pode acessar em:
http://carrapatos.cnpgc.embrapa.br/museu.html

sábado, 25 de abril de 2015

Mensagem para os bolsistas de subprojetos do Pibid da Unespar,

Da coordenação institucional do PIBID Unespar Campus de Paranaguá:
É com muita satisfação que divulgamos a abertura das inscrições e o início do processo de submissão de trabalhos para o II Seminário e IV Encontro do Pibid da Unespar.
Aproveitamos essa mensagem para esclarecer alguns pontos importantes:
  • Os trabalhos para o evento devem ser enviados apenas por meio do sistema. Não serão aceitos trabalhos enviados por e-mail, pois durante o envio o sistema anexa o trabalho ao nome dos autores, facilitando o processo de avaliação.
  • Antes de iniciar a inscrição, é extremamente importante que os participantes assistam os tutoriais a seguir:
  • Pedimos que todos destinem parte do tempo de um dos encontros com os pibidianos para apresentar esses tutoriais e esclarecer dúvidas quanto às normas (que estão no site do evento e seguem em documento anexo a esse e-mail).
  • É importante deixar claro para os bolsistas que os trabalhos devem ser submetidos por apenas um dos autores e que esse autor DEVE, no ato de submissão, incluir os nomes completos de todos os outros autores do trabalho e seus e-mails nos metadados da submissão (não se trata de incluir no resumo e sim no sistema. Isso, porém, não isenta os coautores de inscreverem-se no evento). Caso os nomes não sejam incluídos nesse momento, pode acontecer dos coautores não saírem nos anais. Os outros  autores do trabalho (coautores) devem inscrever-se como autores, mas não devem enviar cópias do trabalho.
  • Durante o processo de submissão, uma etapa muito importante é a indexação. O primeiro campo,Classificação do assunto, é o mais importante, pois a partir dessa informação serão organizadas as comunicações (infelizmente, não conseguimos tornar esse campo obrigatório). Nesse campo o autor deve indicar um (apenas um) eixo temático em que seu trabalho se enquadra. A listagem com os eixos está em um link abaixo desse campo, mas também estamos enviando como anexo nesse e-mail. Pedimos que orientem seus bolsistas quanto ao preenchimento e obrigatoriedade desse campo durante a submissão dos trabalhos.
  • As propostas de Oficinas e de Materiais Didáticos (e apenas essas) devem incluir um arquivo separado com Material Suplementar (os dois modelos estão nos anexos desse e-mail, mas também são encontrados no site).
  • É extremamente importante que durante as inscrições, os bolsistas coloquem corretamente seus nomes completos e sem abreviações, pois será a partir dessas informações que os certificados serão feitos (o mesmo vale para as submissões). Como as inscrições são realizadas pelo site, os erros são responsabilidade dos participantes, já que não há nenhuma intervenção de terceiros nesse processo.
  • Pode acontecer de alguns bolsistas já estarem cadastrados no sistema, pois ele é utilizado para o recebimento de trabalhos de Iniciação Científica e para a organização de outros eventos da instituição. Nesse caso, não é necessário que façam o cadastramento. Precisarão apenas inscreverem-se no evento, utilizando o login e a senha que já possuem. Caso não lembrem, basta pedir nova senha no próprio site.
  • O pagamento das inscrições serão feitas exclusivamente por boleto bancário, porém o sistema para gerar o boleto ainda não está em funcionamento. Isso não impede, que as inscrições sejam feitas e os envios de trabalhos sejam efetivados. Apenas salientamos que é necessário o pagamento para a conclusão da inscrição. Ainda nessa semana será disponibilizado um link no site do evento para gerar os boletos.
​Para acessar o site do evento, clique aqui!


Agradecemos a todos e nos colocamos à disposição para sanar possíveis dúvidas.

Aguardamos ansiosamente por vocês nos dias 3 e 4 de julho.

PIBID Biologia inicia atividades na Vila São Miguel

Na última quarta,22 de abril, bolsistas do PIBID Bio visitaram a Vila São Miguel que, apesar de estar no continente, só se pode chegar de barco. As atividades serão realizadas no Colégio Estadual Povoado de São Miguel na área de conhecimento de Ciências da Natureza, sob a supervisão da bióloga Fernanda Corbani, que trabalha e mora na comunidade desde 2009.

Confira as imagens:



A região tem uma beleza cênica impressionante, abaixo a vista do trapiche da comunidade, com dois colhereiros, Platalea ajaja se alimentando. A comunidade sobrevive da pesca, especialmente da captura de siris.



O Colégio Estadual Povoado de São Miguel e seu logotipo caprichado, feito por um aluno  e escolhido em um concurso: 




Quer saber mais sobre a ave que avistamos? Acesse:

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Disponibilidade de água diminuirá em 40% até 2030, diz ONU

Daqui a 15 anos, a Terra irá se deparar com uma disponibilidade mundial de água 40% menor se o recurso natural não for bem gerido. O alarme foi dado pelo relatório "World Water Development 2015", da Organização das Nações Unidas (ONU).

Veja a notícia na íntegra:

Saiba mais a respeito do relatório sobre o desenvolvimento mundial da água:


Fonte da imagem: Stringer/22.fev.2010/Reuters

terça-feira, 21 de abril de 2015

PRÁTICA NA ESCOLA: DIVISÃO CELULAR

PRÁTICA NA ESCOLA: DIVISÃO CELULAR


Com base em conteúdos teóricos, a seguinte atividade propõe uma maior fixação e compreensão das fases do ciclo celular – interfase, mitose e meiose. 


Materiais:

  •  3 folhas de cartolina;
  •  Cola branca, tesoura, canetas, régua, fita adesiva;
  •  Duas meadas de lã de cores diferentes;


Desenvolvimento

A cartolina deve ser dividida em seis espaços, equivalentes as respectivas fases do ciclo celular - interfase, prófase metáfase, anáfase, telófase e citocinese. As fibras do fuso devem ser desenhadas. A fita adesiva deverá corresponder aos centrômeros e os fios as cromátides, materna e paterna, que deverão ser fixados à cartolina pela cola branca.


REFERÊNCIAS

SANTOS, F. S. dos; AGUILAR, J. B. V.; OLIVEIRA, M. M. A. de. Biologia 1º ano: Ser Protagonista. 1. ed. São Paulo: Edições SM, 2010, p. 186.